segunda-feira, 21 de setembro de 2009

FLAMBOYANTS .. MAIS QUE UMA ÁRVORE! ...UMA CIDADE PARA MUITOS SERES...



HTML clipboardCerta vez uma professora levou seus alunos
até os jardins do colégio para lhes falar sobre a natureza.

Aproximou-se de um flamboyants, cheiinho de flores,
e perguntou aos alunos que árvore era aquela.
Alguns, disseram que era uma árvore, apenas.


Outros, que aquela árvore era um flamboyants simplesmente.

Uma menina falou que os flamboyants só servem
para fazer sujeira na calçada, quando derrubam as flores.


Um garoto disse que seu pai havia cortado um, recentemente,
pois suas raízes racharam o muro de seu quintal.

Mas Pedrinho, menino de alma sensível,
começou dizendo que via ali muito mais que uma árvore.



Disse:
Vejo flores, belíssimas
...sinto até seu suave perfume...
sinto a seiva correndo em seu caule e galhos
...sinto que a vida flui.... magnificamente...
Percebo a sombra generosa que as folhas nos propiciam.

Imagino ainda, algumas até podemos ver,
as muitas vidas
que encontram guarida neste flamboyants,
como liquens, musgos, pequenas bromélias, insetos, pássaros
...e outras tantas formas de vida que nem podemos ver...




"Eis o que percebo, professora"
falou Pedro, com a espontaneidade
de um pequeno-grande poeta.


A educadora, ainda embevecida com a aula
que acabara de receber, falou:
você tem razão, Pedro.
"Definir este pequeno universo
simplesmente como uma árvore,
é matar toda a sua grandeza e majestade."


É esta também a minha conclusão,
existem pessoas que não percebem
os flamboyants floridos em praças, bosques
certamente são pessoas muito ocupadas e vêem
no observar a natureza, algo que as fazem perder tempo...
...creditam a esta introspecção... algo como sem importância.

Tem pessoas que definem flores e folhas suas sementes

apenas como sujeira indesejável.



Outras preferem cortar árvores de dezenas de anos,

para que não rachem seus muros e calçadas de cimento.

Existem também aquelas para as quais

os flamboyants representam algum lucro...

Cortados, poderiam oferecer madeira

para lenha ou se transformar em belos móveis.

E há aquelas pessoas, como o pequeno Pedro,

que vêem muito mais que uma simples árvore.

...Vêem Deus... seu Criador, na majestosa obra da natureza.




...Sinto-me parte da natureza...e nela...
...procuro passar a maior parte de minhas horas...
...e cada árvore que encontro, cada flor...
eu agradeço a Deus a ventura de tê-las conhecido.

SAUDADES DE MUITOS FLAMBOYANTS
QUE PASSARAM NA VIDA
LINDOS COMO ELES SÓ!
Com esta árvore belíssima,
hoje que é dia da árvore saúdo a Primavera...
e lhe desejo boas vindas!

Que ela traga renovação e esperança.


Flamboyants fotografei em Guarujá, SP,Brasil.


quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Orquídeas... uma lenda de amor!



As orquídeas são flores belíssimas, mas de trato difícil e são a motivação de muitos cultivadores de flores e a elas está ligada uma lenda de amor e paixão.


Na cidade Chinesa de Anam existia uma formosa jovem chamada Hoan-Lan que se divertia a deixar-se amar, desprezando depois todos os que lhe prestavam o seu amor, levando mesmo muitos homens ao suicídio, devido à sua frieza e desprezo.


A determinada altura, um poderoso deus decidiu que Hoan-Lan tinha ido demasiado longe e castigou-a. E o castigo foi fazer com que a jovem volúvel se apaixonasse perdidamente pelo formoso Mun-Say, sem que este lhe prestasse a mais pequena atenção.


Hoan-Lan procurou o deus da montanha de Tan-Vien e implorou-lhe ajuda, mas este estava tão zangado que a mandou embora.


À saída da gruta, Hoan-Lan encontrou uma bruxa de pés de cabra que lhe ofereceu a vingança contra Mun-Say, a troco da alma da jovem.


Hoan-Lan aceitou o contrato e a bruxa fez um feitiço com uma folha de palmeira e enterrou-a, pronunciou umas palavras desconhecidas e desapareceu.



Passados uns dias, Hoan-Lan viu ao longe seu adorado Mun-Say e correu para ele, mas quando se preparava para o abraçar, o jovem transformou-se numa árvore de ébano.


Nesse momento apareceu a bruxa e disse-lhe que esta era a vingança prometida que não lhe permitia a ele amar mais ninguém. Hoan-Lan suplicou que o feitiço fosse desfeito mas a bruxa não lhe deu ouvidos.


Chorando junto do amado, ali ficou durante muito tempo até que despertou a compaixão de um deus que, colocando um dedo na sua testa a perdoou, transformando-a numa flor antes que a bruxa lhe retirasse a alma.


No entanto, concedeu-lhe que não se separasse do seu amado, vivendo da seiva da árvore. Enquanto falava, a jovem ia-se transformando, enrolando-se os braços na árvore, numa derradeira súplica.


E foi assim que apareceu a primeira orquídea, segundo a lenda de Anam.



Fotos by Zininha...Orquídeas do jardim do meu condomínio, onde o amor é o ingrediente que faz toda a diferença...

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Primeiro capítulo... O Simbolo perdido...para dar mais vontade ainda!

O elevador Otis que sobe o pilar sul da Torre Eiffel estava a transbordar de turistas. Dentro do atravancado ascensor, um austero homem de negócios de fato engomado olha para baixo, para o rapaz a seu lado.

- Estás pálido, filho. Devias ter ficado no chão.

- Eu estou bem… - respondeu o rapaz, lutando para controlar a ansiedade. - Saio no próximo piso. Não consigo respirar.

O homem inclinou-se mais. - Achei que nesta altura já terias conseguido ultrapassar isso. - Disse, afagando afectuosamente a face da criança.

O rapaz sentiu-se envergonhado por desapontar o pai, mas mal conseguia ouvir devido ao zumbido que sentia nos ouvidos. Não consigo respirar. Tenho de sair desta caixa!

O ascensorista estava a dizer qualquer coisa tranquilizadora sobre os pistões articulados do elevador e a sua construção de ferro pudelado. Muito abaixo deles, as ruas de Paris expandiam-se em todas as direcções. Estamos quase lá, disse o rapaz para si próprio, esticando o pescoço para olhar para a plataforma de saída. Aguenta.

Enquanto o elevador subia fortemente inclinado em direcção à varanda panorâmica superior, o poço começou a estreitar e as suas barras maciças a contraírem-se de modo a formarem um apertado túnel vertical.

- Pai, acho que não -

De repente, um estalido nítido ecoou por cima das cabeças deles. A cabina moveu-se abruptamente e ficou inclinada de forma estranha para um dos lados. Cabos partidos começaram a baloiçar em redor da cabina como cobras. O rapaz agarrou-se ao pai.

- Pai!

Os olhares deles encontraram-se durante um segundo aterrorizador.

Depois o chão caiu.

Robert Langdon endireitou-se de um salto no seu banco de pele macia, despertando do seu sonho semiconsciente. Estava sozinho na enorme cabina do Falcon 2000EX privado que abria caminho através da turbulência. Lá atrás, os dois motores Pratt & Whitney roncavam regularmente.

- Mr. Langdon? - ouviu-se no intercomunicador por cima da sua cabeça. - Estamos a fazer a aproximação final.

Langdon sentou-se direito e enfiou as notas que tinha vindo a ler de novo na sua pasta de cabedal. Estava a meio de uma revisão da simbologia maçónica quando a sua mente começou a divagar. Langdon suspeitava que a divagação sobre o seu falecido pai tinha sido causada pelo convite inesperado do seu mentor de há muito, Peter Solomon.

O outro homem que eu não quero desapontar nunca.

O filantropo, historiador e cientista de cinquenta e oito anos tinha tomado Langdon sob a sua protecção trinta anos atrás, preenchendo, em muitos aspectos, o vazio deixado pela morte do pai de Langdon. Apesar da influente dinastia familiar do homem e da sua imensa riqueza, Langdon tinha encontrado humildade e calor humano nos suaves olhos cinzentos de Solomon.

Do lado de fora da janela o sol já se tinha posto, mas Langdon conseguia ainda descortinar a silhueta do maior obelisco do mundo, erguendo-se no horizonte como o ponteiro de um antigo gnómon. O obelisco de 170 metros e faces de mármore marcava o coração da nação. Em redor do pináculo a geometria meticulosa das ruas e dos monumentos irradiava para o exterior.

Mesmo do ar, Washington D.C., exalava um poder quase místico.

Langdon amava esta cidade e, quando o jacto tocou o chão, sentiu uma excitação crescente em relação ao que o esperava. O jacto estacionou num terminal privado algures na enorme extensão do Aeroporto Internacional Dulles e parou.

Langdon arrumou as suas coisas, agradeceu aos pilotos e saiu do luxuoso interior do avião para a escada desdobrável. Sentiu o ar frio de Janeiro como libertador.

Respira, Robert, pensou, apreciando os espaços abertos.

Um manto de nevoeiro branco cobria a pista e Langdon teve a sensação de que estava a pisar uma marisma ao descer para o enevoado alcatrão.

- Olá! Olá! - uma voz cantada, britânica, gritava do outro lado do alcatrão. - Professor Langdon?

Langdon levantou os olhos e viu uma mulher de meia-idade com um crachá e uma plaqueta a avançar apressada na sua direcção e a acenar simpaticamente enquanto ele se aproximava dela. Debaixo de um elegante chapéu de lã tricotada assomava o cabelo louro encaracolado. - Seja bem-vindo a Washington, professor!

Langdon sorriu. - Muito obrigado.

- O meu nome é Pam e sou do serviço de apoio aos passageiros. - A mulher falava com uma exuberância que era quase perturbadora. - Se fizer o favor de me acompanhar, professor, o seu carro está à espera.

Langdon seguiu-a através da pista em direcção ao terminal Signature, o qual estava rodeado por brilhantes jactos privados. Uma praça de táxis para os ricos e famosos.

- Detesto embaraçá-lo, professor - disse a mulher num tom envergonhado -, mas o senhor é o Robert Langdon que escreve livros sobre símbolos e religião, não é?

Langdon hesitou e depois assentiu.

- Bem me parecia! - disse ela, exultante. O meu grupo de leitura leu o seu livro sobre o feminino sagrado e a igreja! Que delicioso escândalo que esse livro causou! O senhor gosta de meter a raposa dentro do galinheiro!

Langdon sorriu. - A verdade é que a minha intenção não era causar escândalo.

A mulher pareceu perceber que Langdon não estava na disposição de discutir a sua obra. - Peço desculpa. Olhe para mim, aqui a papaguear. Imagino que o senhor provavelmente está cansado de ser reconhecido… mas a culpa é sua. - Ela gesticulou alegremente na direcção da roupa dele. - O seu uniforme revelou-o.

O meu uniforme? Langdon olhou para baixo para a sua indumentária. Usava a sua habitual camisola de gola alta cinzenta-escura, um casaco de tweed Harris, calças de caqui e mocassins de pele… a sua indumentária usual para as aulas, conferências, fotos de autor e acontecimentos sociais.

A mulher riu-se. - Essas camisolas de gola alta que o senhor usa são tão datadas. Ficava muito mais elegante com uma gravata!

Nem sonhar, pensou Langdon. Pequenas forcas.

Quando Langdon frequentava a Philips Exeter Academy tinha sido obrigado a usar gravata seis dias por semana e, apesar das alegações românticas do reitor de que a gravata tinha origem na fascalia de seda usada pelos oradores romanos para aquecerem as cordas vocais, Langdon sabia que, etimologicamente, a palavra gravata tinha origem num bando de mercenários croatas que usavam lenços ao pescoço atados com nós antes de se lançarem na batalha. Actualmente, este antigo adereço de batalha era usado pelos modernos guerreiros de escritório que esperavam intimidar os seus inimigos nas batalhas diárias nas salas de reuniões.

- Obrigado pelo conselho - disse Langdon com uma risada. - Considerarei a hipótese da gravata no futuro.

Felizmente, um homem com aspecto profissional num fato escuro saiu de um reluzente Lincoln Town Car estacionado perto do terminal e esticou um dedo. - Sr. Langdon? Sou o Charles da Beltway Limousine. - Abriu a porta para o passageiro. - Boa noite, senhor. Bem-vindo a Washington.

Langdon deu uma gratificação a Pam pela hospitalidade dela e entrou para o interior de camurcina do Town Car. O motorista mostrou-lhe os comandos da temperatura, a água engarrafada e o cesto de queques quentes. Segundos depois, Langdon percorria velozmente uma estrada de acesso privado. Então é assim que vive a outra metade.

O motorista, enquanto dirigia o carro pela Windsock Drive, consultou o seu registo de passageiros e fez uma chamada rápida. - Daqui fala da Beltway Limousine - disse o motorista com uma eficiência profissional. - Foi-me pedido que confirmasse que o meu passageiro tinha aterrado. - Fez uma pausa. - Sim, senhor. O seu convidado, o Sr. Langdon chegou e eu levá-lo-ei ao Edifício do Capitólio às 19 horas. De nada, senhor. - Desligou.

Langdon foi obrigado a sorrir. Não ficava nenhuma pedra por virar. A atenção de Peter Solomon aos pormenores era uma das suas mais fortes características, permitindo-lhe gerir o seu substancial poder com uma aparente facilidade. Alguns milhares de milhões de dólares no banco também não o prejudicavam.

Langdon sentou-se no banco de pele acetinada e fechou os olhos enquanto o ruído do aeroporto se esvanecia atrás dele. O Capitólio dos EUA estava a meia hora de distância, e ele apreciou o tempo de solidão para organizar os seus pensamentos. Tudo tinha acontecido tão rapidamente hoje que, Langdon, só agora tinha começado a pensar a sério sobre a noite incrível que o esperava.

A chegar sob um véu de secretismo, pensou Langdon, divertido com a perspectiva.

A dezesseis quilómetros do Edifício do Capitólio, uma figura solitária preparava-se ansiosamente para a chegada de Robert Langdon.

Dan Brown desfaz washington em 12 horas


Nenhuma teoria da conspiração encaixa em melhor cenário que o da capital dos EUA. É lá que, alegadamente, o mundo é manipulado, escondem-se os maiores segredos e as agências como a CIA, FBI e outras anónimas, mais as lojas maçónicas e tudo o que se possa enumerar de suspeito, praticam o mal. Uma cidade a redescobrir após a imaginação de Dan Brown a ter tocado.

Cinco milhões de exemplares em língua inglesa do novo livro de Dan Brown estão hoje à venda em todo o mundo.

Pode parecer um número normal para o autor de quatro thrillers que já soma mais de 81 milhões de livros vendidos no planeta, mas não é bem assim porque não há best-sellers desta dimensão todas as décadas.

Dan Brown consegue-o em todos os países onde é editado - a Terra por inteiro - e basta analisar o caso português onde o Código Da Vinci intrigou meio milhão de leitores e os seus outros três livros seduziram mais um milhão.

O novo "sucesso" de Dan Brown só não é sinónimo de milhões no tempo de acção em que decorre, é que as quinhentas páginas de O Símbolo Perdido ocupam apenas 12 horas de um único dia.

Nem mais um minuto! E é durante esse meio dia que o seu herói, o professor Robert Langdon, tem de resolver mais uma crise mundial, com epicentro em Washington.

A trama do livro está no segredo, mas já se soube de alguns dos cenários e cenas deste livro. Há três locais por onde passa a investigação de Langdon na capital americana: um templo maçónico, um jardim botânico e um centro de zoologia. No templo, está a Bíblia e o Alcorão, as frases, os símbolo e os números que o escritor tanto gosta de manipular; no jardim há uma flor que cumpre os desejos de quem se colocar à sua frente e na cave, onde estão milhares de animais em formol ou congelados, existe um espécimen determinante na acção que é a Estrela da Morte.

Nos próximos post maiores detalhes...

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Azaléias de Sampa...lindas como elas só!


As Flores Azaleias, também conhecidas como Rododendro, são flores que se encontram nas diversas colorações: flroes de cor brancas, flores de cor vermelhas, flores de cor arroxeadas, flores de cor róseas, simples, dobradas ou, até mesmo, listradas.

São flores típicas da passagem das estações outono e inverno, trazendo seu alegre colorido justamente no período cinzento, no qual a maioria das plantas de flores se encontra em repouso. Originária do Oriente, suas flores são o símbolo chinês da feminilidade.


As azaléias liláses, tem como significado a elegância, a felicidade.


A Azaléia de flores brancas representa romance ou paixão passageira.

A Azaléia de flores rosadas diz respeito ao amor pela natureza, o amor dos naturalistas ou o amor de longa data, duradouro e sublime: "Te amo há um tempão".

A Azaléia de flores vermelhas quer dizer: “Sou apaixonado por você há muito tempo" Trata-se de uma planta muito resistente e suporta condições climáticas adversas.

Nos jardins, as azaléia atingem mais de 2 metros de altura. Essas flores são indicadas para pessoas solitárias e conservadoras que pretendem mudar um pouco a sua rotina de vida e está, também, ligada ao signo de gêmeos.

As Azaléias gostam do frio, nos meses mais frios do ano as flores tomam conta da planta inteira.
Ela tolera até -4ºC, e são utilizadas como flores ornamentais na maioria dos jardins privados, praças e parques do mundo, hoje são muito populares e podem ser encontradas compondo cercas vivas, alegrando corredores e entradas de propriedades particulares e públicas.

No intuito de trazer para dentro de casa a beleza da natureza, o homem desenvolveu algumas técnicas especiais para manter saudáveis as plantas ornamentais, portanto, recomenda-se que as condições do local que irá receber a reprodução natural sejam sempre estudadas previamente.

Uma condição primordial é a luminosidade, a proximidade da planta a uma janela por onde entrem os raios solares é geralmente um bom local para as plantas ornamentais que florescem.
Lugares muito fechados não são aconselháveis, já que as plantas necessitam de ar fresco para o bem-viver.




Curiosidade:

A Azaléia é relacionada deusa Minerva, deusa da sabedoria e da razão; no Reino Unido houve uma época em que era comum que as moças colocassem pétalas dessas flores em seus cabelos, sob seus chapéus de renda, na esperança de serem pedidas em casamento.

Azaleáis fotografadas em São Paulo.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O Simbolo Perdido...















































Contando os dias, as horas, os minutos os segundos...











O novo romance de Dan Brown,a esperada sequência ao fenômeno internacional, O código Da Vinci,será publicado nos Estados Unidos e no Canadá no dia 15 de setembro de 2009.



E no Brasil... sniff, o Símbolo Perdido chegará às livrarias no dia 4 de dezembro, no fim do ano só!



O Símbolo Perdido está no topo da lista de mais vendidos da livraria virtual desde que as pré-vendas foram liberadas em 20 de abril.



O lançamento do livro está sendo cercado de mistério.Quase nada é sabido a respeito de seu conteúdo.E isto nos faz, os leitores,correr em tudo que é site atrás de descobrir um pouco mais a respeito do enredo.



Trata-se de uma nova aventura do simbologista Robert Langdon

desta vez, passada na capital dos Estados Unidos,e num período de apenas doze horas.



Mas... agora está por pouco...



Espero que depois de lançado no exterior possamos saber mais desta história que pelo que sabe, vai enfocar a maçonaria e claro toda a simbologia, códigos e mistérios que faz dos livros de Dan Brown quebras de recordes ...até para ler...



Aguardem...





quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Toda a simbologia da Rosa...

O nome vem do latim rosa e do grego rhodon.
As rosas estão entre as flores mais antigas a serem cultivadas.

A primeira parece ter crescido nos jardins asiáticos há 5000 anos.
Na sua forma selvagem, a flor é ainda mais antiga.
Fósseis dessas rosas datam de há 35 milhões de anos.

Muitas variedades de rosas foram perdidas
durante a queda do império romano
e a invasão mulçumana na Europa.

Após a conquista da Pérsia no séc. VII,
os mulçumanos desenvolveram o gosto pelas rosas e,
à medida que seu império se estendia da Índia à Espanha,
muitas variedades de rosas
foram novamente introduzidas na Europa.

Durante a idade média,
as rosas eram muito cultivadas nos mosteiros.

Era regra que pelo menos um monge
fosse especialista em botânica
e estivesse familiarizado com as virtudes medicinais
da rosa e das flores em geral.

Sheakespeare, em Romeu e Julieta, com uma única frase,
definiu bem aquilo que sentimos por esta flor:

“aquilo que chamamos de rosa,
com outro nome, seria igualmente doce”.

DESCULPE SE ME ESTENDI NO ASSUNTO
MAS FALAR DE FLORES É MINHA PAIXÃO
E FALAR DA ROSA... É UM CASO À PARTE.

APAIXONE-SE TAMBÉM...

Curiosidades sobre a rainha das flores...


Existem muitos mitos, lendas e curiosidades em relação com as rosas. A mitologia grega, conta uma história de que Afrodite deu uma rosa ao seu filho Eros, o Deus do amor. A rosa tornou-se um símbolo de amor e desejo. Eros deu a rosa à Harpócrates, o Deus do silêncio, para induzir a não falar sobre as indiscrições amorosas de sua mãe. Assim, a rosa se tornou também um símbolo do silêncio e do segredo. Na idade média, uma rosa era suspensa do teto da câmara municipal, comprometendo todos os presente ao silêncio.

Os romanos acreditavam que, ao decorar seus túmulos com rosas, apaziguariam os Manes (espíritos dos mortos) e os ricos incluíam em seus testamentos, que jardins inteiros de rosas fossem mantidos para fornecerem flores para suas sepulturas.

Nero era louco por rosas. Durante generosos jantares, pétalas de rosas choviam do teto para o banquete.

Os romanos tinham suas próprias idéias sobre a origem da flor. De acordo com sua lenda, muitos pretendentes foram escolhidos para casar com uma bela mulher chamada Rodanthe, mas ela não se interessou por nenhum. Estes homens estavam tão cheios de amor e desejo que se tornaram violentos e invadiram a casa de Rodanthe. Este episódio enfureceu a Deusa Diana, que transformou a mulher em uma flor e os pretendentes em espinhos.

A rosa é usada em várias simbologias. Talvez a mais famosa seja dos Rosacruzes.

A regeneração universal e o segredo da imortalidade, constituíam a preocupação máxima dos alquimistas ligados à fraternidade dos Rosacruzes.
Com a justaposição da rosa na intersecção dos ramos da cruz, simbolizavam eles, como se entendeu das inscrições hieroglíficas encontradas no grande triângulo descoberto no templo de Benares, a junção dos dois sexos, que levava, afinal, ao segredo da imortalidade.

A rosa era o gracioso emblema de mulher, a imagem da discrição e, portanto o símbolo do silêncio; enquanto a cruz significava a virilidade do sol, pois era a junção que forma a eclíptica com o equador, com os pontos em “Picies” e “Áries” e outro no centro da Virgem. Dessa união resultaria a regeneração universal, ponto mais alto da doutrina secreta e de partida para a imortalidade.
Neste aspecto, a rosa também significa ressurreição.

A flor da rosa possui, também, a tripla conotação de amor, segredo e fragrância.
Tudo isso reunido daria a fragrância de uma vida santa.
Caso dirigido à virgem da rosa mística.

As rosas assumem significados diversos de acordo com as cores que suas pétalas apresentam.

Mas a roseira é uma planta tão emblemática,
que até mesmo suas folhas possuem o significado de esperança.

A rosa vermelha significa amor,
porém num ramalhete junto com rosas brancas,
assume o significado de unidade.

As rosas brancas possuem o significado de inocência e pureza,
reverência e humildade ou de segredo e silêncio.

A amarela significa satisfação e alegria.

A rosa cor de rosa significa graça e gentileza.

A cor de laranja significa entusiasmo e desejo.

Talvez a rosa, seja a flor mais enigmática
e simbólica de toda a botânica.

Agora, quando você der ou receber rosas,
já saberá que, antes de qualquer simbologia,
está aí uma grande prova de amor.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

A estrelinha e seu amor pelo sol...


Dizem que existia no céu uma estrelinha tão apaixonada pelo sol
que era a primeira a aparecer de tardinha, no céu, antes que o sol se escondesse. E toda vez que o sol se punha ela chorava lágrimas de chuva.


A lua falava com a estrelinha que assim não podia ser, que estrela nasceu para brilhar de noite, para acompanhar a lua pelo céu, e que não tinha sentido este amor tão desmedido! Mas a estrelinha amava cada raio do sol como se fosse a única luz da sua vida, esquecia até a sua própria luzinha.


Um dia ela foi falar com o rei dos ventos pois queria ficar olhando o sol, sentindo o seu calor, eternamente, por todos os séculos.

O rei do vento, cheio de brisas, disse à estrelinha que o seu sonho era impossível, a não ser que ela abandonasse o céu e fosse morar na Terra, deixando de ser estrela.


A estrelinha não pensou duas vezes: virou estrela cadente e caiu na terra, em forma de uma semente.

O rei dos ventos plantou-a com todo o carinho, numa terra bem macia, e a regou com as mais lindas chuvas da sua vida.


A sementinha virou planta. Cresceu sempre procurando ficar perto do sol. As suas pétalas foram se abrindo, girando devagarinho, seguindo o giro do sol no céu. E, assim, ficaram pintadas de dourado, da cor do sol.


É por isso que os girassóis até hoje explodem o seu amor em lindas pétalas amarelas, inventando verdadeiras estrelas de flores aqui na Terra.


Coisas lindas da mãe natureza...



segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Papoula... a bela que faz dormir...


A papoula já é conhecida pelos menos há mais de 5 mil anos
e faz parte da Família das Papaveráceas,
também conhecida como dormideira.
É uma herbácea anual que apresenta propriedades alimentares,
oleaginosas e medicinais.
A planta apresenta um caule alto e ramificado, com folhas sésseis e ovaladas.
As flores são grandes, brancas, rosas, violáceas ou vermelhas,
e o fruto é uma cápsula.
Por toda a planta circula um látex branco.
Todas as partes da papoula são consideradas venenosas,
com exceção das sementes maduras.

E o mais importante para mim
é linda demais!



quarta-feira, 19 de agosto de 2009

MARIA-SEM VERGONHA ... A BELA QUE VEIO DA ÁFRICA....

Existem plantas invasoras
de todas as principaisformas de vida,
de ervas a árvores, ocorrendo em
diversos tipos de ecossistemas.

A Maria-semvergonha, Impatiens waleriana,
pertence à famíliaBalsaminácea,
é uma espécie herbácea ornamental,
invasora originaria da África e floresce o ano todo.

As plantas invasoras representam um grande
problema para as florestas nativas,
uma vez que afetam o desenvolvimento das culturas florestais
através da competição por água, nutrientes, luz e espaço.

O maior agravante dos processos de invasão,
em comparação a outros problemas ambientais,
é que ao invés de serem absorvidos com o tempo
eles se agravam à medida que as plantas exóticas
ocupam o espaço das nativas.
Consequentemente à biodiversidade, os ciclos naturais
e as características naturais dos ecossistemas são alterados.

Esta foi fotografada na calada da noite
em um jardim em Guarujá...

Pois é... diria... que é bonitinha...mas ordinária!



São Sebastião... onde a natureza dá o tom...


Nada melhor que ver à sua volta só o verde,
escutar os pássaros
e sentir o discreto e úmido perfume da Mata Atlântica.

Em São Sebastião isso é possível em várias trilhas,
com opções para todos os tipos de usuários,
desde iniciantes até os mais escolados.

A trilha mais famosa é a do Ribeirão do Itú,
que parte da estrada do Rio Pardo,
em direção a Salesópolis, até Boiçucanga.

Para iniciá-la é preciso contar com a colaboração de um motorista,
para deixar o grupo no alto da serra,
numa estrada que não é sinalizada.

Durante o caminho, que deve ser feito
com sapatos que podem ser molhados,
cruza-se várias vezes o rio
em alguns recantos com cachoeiras incríveis.

No meio, o sítio de Dito Cachimbo,
um ermitão que sempre viveu sòzinho por ali,
mas que não recusa uma conversa.

Depois de muitas bromélias, orquídeas,
árvores a perder de vista,
chega-se à ultima parte da cachoeira,
já em Boiçucanga.

A trilha dura seis horas e o banho gelado
serve para dar uma rebatida
no delicioso cansaço e na alma renovada.

Aqui, a prainha em destaque, que na foto anterior
...se vê ao longe... quase uma visão...
Um paraíso no litoral norte de São Paulo.

Um passeio imperdível!



quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Praia de Pitangueiras...Guarujá, São Paulo, Brasil...

Caminhar pela praia ao entardecer.
Receber o afeto da espuma nos pés, nos tornozelos.
Deixar que o barulho do mar penetre com serenidade,
primeiro os ouvidos, depois a alma.
Ouvir o que o mar tem para dizer.
Fechar os olhos, sentir-se parte da natureza.

Vamos?
...Sinta todo o carinho da areia morna...
É bom demais!

Mulungu (Erythrina verna)... linda de viver!



É uma árvore nativa muito bonita,
com sua floração vermelho vivo.
Existem várias espécies de Mulungu ou Eritrinas.
Entre elas esta é a mais vistosa, de grande porte,
comum nas matas e que apresenta floração
totalmente destituída de folhas.

A época da floração varia entre Agosto e Setembro,
mas cada árvore não mantêm suas flores
mais que uma ou duas semanas.

Ela é conhecida por possuir alto poder de regeneração.
Mesmo quando cortada,
a árvore de mulungu renasce ainda mais forte e florida.

Muitas pessoas usam suas folhas em chás,
devido à sua propriedade calmante.

Claro que não se pode usar por conta própria
Somente deve ser usado
sob prescrição médica ou de um especialista.

Mas...uma coisa pode...
apreciar sua beleza!

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Ipê Rosa da Rua Luis Góes, Sampa...um dia você ainda vai ver...


Ipê Rosa da rua Luis Góes
esquina com Av.jabaquara, no exato ponto
onde a Av.Domingos de Moraes começa
É um ponto turístico, de tão lindo que é esta visão!

Cachos de flores em contraste com o céu azul
traduz toda a emoção de estar sob ela
fotografando, fotografando
só isso que podemos fazer
guardar esta imagem
em fotos, e esperar pelo ano seguinte
pois todos os anos, ela está lá
florida, linda assim...






sábado, 1 de agosto de 2009

Guarujá...lindo como ele só!


Um dia de sol...finalmente...
Tímido é verdade...
mas já deu para ver o céu azul...
o mar... a vida fluindo com mais alegria...
Graças a Deus...


Flores silvestres...


As flores silvestres que se descobre num passeio pelo campo
podem nos dar belas fotos
momentos lindos como este
pena que quase sempre não sabemos o nome, não é?

Esta é lindinha como ela só!




quarta-feira, 22 de julho de 2009

Rodovia Imigrantes, São Paulo, Baixada santista...

Vista de dentro do carro

Parece que estamos no céu.

Lindo demais





HTML clipboardA Rodovia dos Imigrantes (SP-160)

é uma importante rodovia do estado de São Paulo.


Tem 44 viadutos, sete pontes e catorze túneis, em 58,5 km de extensão.


A Rodovia dos Imigrantes faz parte de um complexo de estradas


denominado Sistema Anchieta-Imigrantes,


dos quais fazem parte também as seguintes rodovias:


Anchieta, Padre Manoel da Nóbrega

e Cônego Rangoni, a antiga Piaçaguera.






Ambas as pistas da Imigrantes são reversíveis.

A administração do Sistema Anchieta-Imigrantes
mantém a prática

de reverter as pistas para um único sentido
quando o tráfego é muito intenso:

geralmente, às vésperas de feriados prolongados


(em que as pistas são revertidas para o sentido capital-litoral),

ou ao final destes (quando se revertem as pistas para o sentido litoral-capital).






Aqui dá para ver as duas pistas, antes de descer a Serra.


A Pista Norte da Imigrantes possui onze túneis.


Já a Pista Sul possui quatro,
sendo dois deles

os mais extensos túneis rodoviários brasileros,


o primeiro com 3.146 metros e o outro com 3.009 metros de extensão.








Túneis e viadutos tão extensos foram necessários

para que o impacto ambiental sobre a Serra do Mar

f
osse mínimo na construção da Pista Sul.

A construção da Pista Norte, na década de 1970,


exigiu o desmatamento de 16.000.000 m2
já a Pista Sul,

desmatou 40 vezes menos.


Esta é também a preocupação da Ecovias


concessionária que administra o complexo rodoviário.





Enfim, aqui se faz viagens com muita segurança

e com a vantagem de saber de antemão

que lá ao pé da serra

está paisagens belíssimas como esta









quarta-feira, 8 de julho de 2009

Gerbera jamesonii... by Zina...

Esta flor foi batizada com o nome de gérbera
em homenagem ao naturalista alemão Traug Gerber,
que a descobriu na província do Transval, na África do Sul.

Aliás, muita gente ainda a conhece como “margarida-do-Transval".

Parente próxima da margarida,
a gérbera ficou bem conhecida no Brasil como flor de corte,
usada principalmente na composição de arranjos florais.

Não é para menos - a oferta de cores é tanta,
que oferece um farto material para os artistas florais.

Do branco ao vermelho intenso,
as gérberas apresentam-se em cerca de 20 tonalidades diferentes,
passando por tons amarelos e alaranjados.

Os paisagistas também conhecem suas virtudes
e estão aplicando a versatilidade desta planta para dar colorido aos jardins
o que me agrada mais... ficam muito mais linda na natureza...

O cultivo da gérbera não é muito complicado,
mas é preciso ficar atento aos ataques de lagartas e ácaros.

Floresce o ano todo,
mas o auge da floração se dá no fim do inverno e início da primavera...

Faça de seu jardim o mais lindo de todos!!!
Cultive com amor as suas flores...
e elas te alegrarão desde o amanhecer....


Plantando jardins... para economizar energia...

Plantar jardins
ou mesmo capim no teto das casas não é exatamente uma idéia moderna.
Os telhados verdes existem há milhares de anos.
Povos tradicionais da América Central
já usavam essa técnica para criar isolamento térmico em suas casas.

Na Europa, a tradição também vem do século XIX.

Nos países nórdicos, colocar plantas sobre o teto
era a forma de garantir o calor da casa
antes da invenção dos aquecedores.

Com o desenvolvimento das cidades e das tecnologias modernas de calefação,
as cabanas com telhados cobertos por feno desapareceram.

A antiga tecnologia verde foi considerada obsoleta.
Mas, com a urgência das mudanças climáticas,
os arquitetos de hoje buscam todas as formas possíveis
de reduzir o consumo de energia.
E o mundo está resgatando
– com adaptações – os métodos ancestrais.

vi ...gostei... fotografei...

Este encontrei no Solo Sagrado de Guarapiranga,São Paulo.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Strelitzia... mas pode me chamar de Ave do Paraíso...


* Nome Científico: Strelitzia reginae
* Nome Popular: Estrelítzia, flor-da-rainha, ave-do-paraíso, estrelitza
* Origem: África do Sul


A estrelítzia é uma planta herbácea
muito popular e tradicional.

Seu nome científico é uma homenagem
à rainha Sofia Carlota de Mecklenburg-Strelitz,
esposa do rei Jorge III, do Reino Unido.

Ela é entouceirada, rizomatosa
e apresenta folhas rijas e coriáceas,
de coloração verde-azulada,
muito ornamentais.


É uma planta muito rústica, sendo adequada para o plantio isolado ou em grupos, como maciços, renques ou bordaduras. Exige pouca mantenção, apenas semestrais para estimular a floração. É indicada para jardins tropicais e para o litoral por tolerar os ventos e a salinidade do solo.

Devem ser cultivadas à pleno sol
ou meia sombra, em solo fértil,
bem drenado, e enriquecido com matéria orgânica,
regados regularemente.

Tolera geadas fracas e aprecia
o clima ameno dos subtrópicos.

Multiplica-se por sementes,
mas principalmente por divisão das touceiras.

E é linda demais!!!